Polipiso do Brasil

A difícil especificação de um piso para Indústria Química do tipo RAD.

Comumente encontramos no mercado pisos ou revestimentos que se dizem como soluções únicas para resistência de todos os tipos de agressões químicas, ácidas ou bases, independentemente de concentração, do tipo de exposição (contínua ou intermitente) e ainda muitas vezes desconsiderando a temperatura da solução, enfim, este artigo tem como objetivo alertar os interessados que são de suma importância uma avaliação profunda do agente agressor e sua compatibilização com o revestimento, ou seja, o piso para Indústria Química.

Fatores ligados a reações químicas de cada solução podem ter efeitos diferentes quanto à agressividade no revestimento, simplistamente podemos considerar que um agente agressor pode ser destrutivo em revestimentos de base epóxi, em quanto alguns revestimentos uretanos, poliuretanos, poliaspártico, etc., possam não ter nenhum efeito negativo e o contrário também é verdadeiro.
Temos também que entender que existem vários tipos de agressões mais drásticas que é a corrosão do revestimento até as mais amenas como a despigmentação ou mancha, situação aonde o agente agressor ataca apenas o pigmento.

OUTRAS CONSIDERAÇÕES

Outro fator importante na especificação do revestimento é o tempo de conto do agente sobre o revestimento ou no piso para indústria química, podemos considerar que o fator tempo é predominante na decisão de qual produto deve ser utilizado, quanto maior a duração de exposição da solução química sobre o revestimento maior sua probabilidade de agressão. Existe muitas vezes um superdimensionamento do revestimento ponderado apenas no agente agressor desconsiderando o seu período de contato, diante disto deve-se fazer um teste de tempo de exposição do agente sobre o revestimento.

Considerações como o grau de temperatura ao qual o agente agressor irá entrar em contato com o revestimento é preponderante, comumente quanto maior a temperatura do ácido, maior sua agressividade sobre o revestimento, ou seja, temperaturas mais elevadas potencializam o agente agressor.
Enfim todo o cuidado na análise dos agentes agressores químicos é de suma importância, porém não podemos deixar de relatar outras características técnicas ambientais e de operação do ambiente em que o piso será exposto, ao qual deve ser observada, tal como: tipo e intensidade de tráfego, necessidades do revestimento ser antiderrapante, se o mesmo será utilizado em ambientes internos ou externos, temperatura de operação, etc.
Existem no mercado diversos tipos de sistemas executivos para pisos para indústria química que vão desde uma simples pintura (espessuras > 100 micra) a revestimento alto nivelante (espessuras > 2,5 milímetros), e também a possibilidade de superfícies lisas, antiderrapantes ou até mesmo super antiderrapante.
A Polipiso do Brasil terá o maior prazer em auxiliar na especificação do melhor piso para indústria química, ponderando tecnicamente todas as premissas necessárias para o melhor desempenho.

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